Enfim, chegamos (sim, chegamossssssss!!!).
Carl estava tomando banho.
Ficamos, eu, Patrícia e o namorado dela, na sala esperando por ele.
O outro garoto tava saindo... mas quem queria saber do outro garoto????
Quando ele saiu do banheiro com o cabelo molhado tava mais liiindo ainda, se é que era possível.
Veio até a gente com aquele sorriso irritantemente perfeito no rosto, nos cumprimentou e perguntou se eu queria ir até o terraço do prédio, no último andar (eram 3 andares e eles moravam no terceiro).
Pegou a chave da grade, o som (que eu descobriria depois que era seu companheiro inseparável) e subimos.
Colocou uma música e me chamou pra dançar.... minha nossa, mesmo me sentindo r-i-d-í-c-u-l-a, não é que eu fui???!!! Mas, acho que todos os apaixonados passam ou fazem algo rídiculo algum dia... senão não é paixão... amor... felicidade.
Daí, como que de praxe, veio me dar um beijo... êêêêêêpa, parou aí!!!
O fato é que eu soube que ele havia ficado (tudo bem foi só um diazinho, mas ficou), com minha outra amiga, Marcela.
Patrícia tinha dito que não foi nada sério... mas ficaram, né? Eu tinha que tirar a limpo, senão como ficaria minha fama de certinha que já vinha desde aquela época? (rssrs)
Perguntei pra ele o que havia acontecido e onde eu me encaixava. Falou que ficou por ficar, mas que não ligou nem procurou mais ela porque não tinha aparecido a tal da química, sabe?
Eu respondi que era melhor continuar só dançando, que ia falar com ela e depois a gente via.... affff, só eu mesma.
Ele cantou várias músicas pra mim em Inglês... sabia um montão. Com o tempo descobri que funcioava meio que como uma armadilha pra ganhar as meninas... até falei isso pra ele, que começou a rir sem parar, se entregando....
Só que eu também estudava Inglês, e adorava (como ainda adoro) música e cantar... (chego até mais cedo na Igreja só para acompanhar o louvor... não, não sou evangélica, na realidade sou ecumênica... Minha religião é meu amigo, irmão, pai, protetor... JESUS. É nele que me apoio e busco abrigo, assim como agradeço e me alegro, sempre trazendo-o para perto de mim).
Bom, passamos uma noite linda, só conversando, dançando e nos conhecendo.
Fui embora com o coração partido... não queria mais sair de perto dele (nunca mais)... desde o primeiro dia foi assim.
No dia seguinte fui até a casa de Marcela. Contei pra ela que o havia conhecido, mas que só ficaria com ele dependendo do que ela dissesse. Falou que, de fato, tinha apenas ficado e que marcaram de ir a um jogo de futebol porém ele não ligou mais (Graças a DEUS, eu pensava).
Então ela me disse que podia ir em frente porque ela gostava mais de morenos que loiros.... perfeito né?!
E eu fui sim.... evidente..... era tudo o que eu queria escutar. Sinal verde, verdíssimo.
Fomos novamente na casa deles. Ele me ofereceu vinho. Tomei uns dois, três goles e fiquei tonta na cozinha.... ele achou liiindo e me beijou.
Pois é, nosso primeiro beijo foi "encostados na pia da cozinha"... Será que se pode chamar isso de romântico? Ah, só sei que foi liiindo, mágico.
Pronto, foi o que faltava pra nunca mais deixar de amá-lo tanto como amei e amo (onde quer que ele esteja).
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