Bom, o fato é que ficamos um tempão conversando, os quatro.
Ele tinha um Baja (aquele tipo de fusca todo colorido e enfeitado), o qual estava quebrado. Mexeu pro lado, mexeu pro outro mas o danado nada de pegar.
Na hora de ir embora, eles nos acompanharam até a parada de ônibus.
Perguntou se eu queria que me levasse nos braços... ri toda sem jeito e disse que bastava que levasse os livros (mentirooosa).
Quando o ônibus apontou na esquina, apesar de todas as minhas orações para que todos os ônibus estivessem quebrados, os motoristas em greve, ou qualquer outra coisa do gênero, ele me deu dois beijinhos e se despediu mas... o ônibus passou direto (há!).
Agradeci aos céus e continuamos conversando.
Quando o segundo ônibus infelizmente parou e subimos, eu e minha amiga, olhei pra cara dela, que já estava ciente da gravidade da coisa, e fui falando: tô apaixonada! A gente tem que voltar lá amanhã! Inventa alguma coisa, sei lá!!!
Eu não parava de falar.... (pra variar). Coitada de Patrícia.
Fui pra casa e só pensava nele e, a cada momento, me vinha aquele friozinho bom na barriga que só os apaixonados sentem.
2 dias depois, lá estávamos nós novamente.... claro, alguma dúvida?!
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